Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos
- Art: MA-Thesis / Master
- Autor: Sabine Robra
- Abgabedatum: Mai 2007
- Umfang: 116 Seiten
- Dateigröße: 2,0 MB
- Institution / Hochschule: Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC Brasilien
- Bibliografie: ca. 147
- ISBN (eBook): 978-3-8366-0380-5
-
ISBN (Paperback) :
978-3-8366-0380-5 P - ISBN (CD) :978-3-8366-0380-5 CD
- Sprache: Portugiesisch
- Prämierung:
- Arbeit zitieren: Robra, Sabine Mai 2007: Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos, Hamburg: Diplomica Verlag
- Schlagworte: Biogas, Biodiesel, Erneuerbare Energien, Biokraftstoff, Glycerin
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MA-Thesis / Master von Sabine Robra
Inhaltsverzeichnis:
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Resumo:
O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel do Ministério da Ciência e Tecnologia traz a perspectiva de crescimento da oferta de glicerina gerada como coproduto no processo de produção do biodiesel, levantando questões sobre alternativas economicamente viáveis e ambientalmente corretas para a utilização desta substância.
Devido à sua composição rica em carbono de fácil degradação, a glicerina possui propriedades favoráveis à co-digestão anaeróbica em biodigestores, aproveitando resíduos orgânicos disponíveis regionalmente. A economia da região Sul da Bahia está baseada na agropecuária e no turismo, sendo que, os resíduos orgânicos gerados nestas atividades não têm sido aproveitados nem tratados adequadamente, provocando poluição e desperdício de materiais e energia. Por outro lado, muitos destes resíduos constituem-se em substratos apropriados para a biodigestão.
Neste trabalho foi projetado e construído um biodigestor em escala laboratorial. Estudou-se, em sistema contínuo o potencial de produção de biogás da glicerina bruta como co-substrato na biodigestão de estrume de gado, em proporções de 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta. O experimento foi conduzido durante 72 dias. O processo foi avaliado do ponto de vista ambiental e econômico tendo como base os parâmetros técnicos e econômicos do biodigestor da Fazenda Cascata, município de Aureliano Leal, BA, e os resultados comparados com a lenha e o gás liquefeito de petróleo (GLP), usados na secagem de cacau e o GLP na cocção de alimentos. Através da adição de glicerina bruta ao estrume de gado observou-se um aumento significativo nas quantidades de biogás produzidas por unidade de compostos voláteis adicionada.
Tendo com base a produção de biogás a partir do estrume de gado, a adição de glicerina bruta elevou a produção de biogás em 207%, 207% e 44% para 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta, respectivamente, bem como o teor de metano, em 9,5%, 14,3% e 14,6% para 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta, respectivamente. O tratamento com a adição de 15% m/m de glicerina bruta foi interrompido antes do final do experimento devido à um colapso do processo.
A avaliação ambiental do biogás na secagem de cacau e na cocção de alimentos foi realizada tendo como base a emissão comparativa de gases estufa para os combustíveis lenha e GLP. A emissão específica foi de 2,3, e 65,7 kg CO2eq GJ-1, para a lenha e o GLP, respectivamente, enquanto para o biogás, emissões negativas entre -186,1 kg CO2eq GJ-1 e -252 kg CO2eq GJ-1 foram calculadas, devido às emissões de metano evitadas pelo tratamento adequado do estrume de gado através da biodigestão.
A avaliação econômica seguiu o mesmo procedimento de comparação adotado na análise ambiental. Neste caso, os custos por GJ dos combustíveis foram de R$ 6,20 para a lenha, R$ 60,30 para o GLP e R$ 34,70 para o biogás produzido a partir do estrume de gado. Com a adição da glicerina bruta no substrato, os custos do biogás caíram para R$ 7,60 e R$ 6,30 para o biogás com 5% e 10% m/m de glicerina bruta, respectivamente. Palavras-chave: Biodigestão, biodiesel, estrume de bovinos, metano, energia renovável.
Índice:
| 1. | Introdução | 17 |
| 1.1 | Objetivos | 18 |
| 2. | Revisão de literatura | 18 |
| 2.1 | O „Pico de petróleo” | 18 |
| 2.2 | A mudança climática | 23 |
| 2.3 | A injustiça social e a degradação ambiental | 28 |
| 2.4 | A situação energética no Brasil | 30 |
| 2.5 | Biodiesel e a glicerina bruta | 32 |
| 2.6 | Usos alternativos da glicerina bruta - Compostagem | 37 |
| 2.7 | Biodigestão e produção de biogás | 40 |
| 3. | Fundamentos da biodigestão | 41 |
| 3.1.1 | Breve histórico do biogás | 44 |
| 3.1.2 | Evolução dos estudos em biodigestão | 47 |
| 3.1.2.1 | Condução de experimentos na biodigestão | 50 |
| 3.1.2.2 | Modelos de biodigestores para biodigestão de resíduos orgânicos | 52 |
| 3.1.3 | Parâmetros do monitoramento do processo dabiodigestão | 53 |
| 3.2 | Problemas relacionados à secagem do cacau | 54 |
| 3.3 | Combustíveis tradicionais | 58 |
| 3.3.1 | Lenha | 58 |
| 3.3.1.1 | Aspectos energéticos da lenha | 58 |
| 3.3.1.2 | Emissões causadas pela lenha | 59 |
| 3.3.1.3 | Aspectos econômicos da lenha | 60 |
| 3.3.2 | GLP | 61 |
| 3.3.3 | Biogás | 62 |
| 3.3.4 | Consumo de combustíveis na cocção de alimentos | 63 |
| 4. | Material e métodos | 64 |
| 4.1 | Delimitação da área e do objeto de estudo | 64 |
| 4.2 | Experimento da biodigestão | 65 |
| 4.2.1 | O biodigestor em escala de laboratório | 66 |
| 4.2.2 | Coleta e calibração do inóculo | 68 |
| 4.2.3 | Caracterização do estrume de gado | 69 |
| 4.2.4 | Tomada, preparação e análise das amostras | 69 |
| 4.2.5 | Análise físico-química do estrume de gado utilizado | 70 |
| 4.2.6 | Glicerina bruta | 70 |
| 4.2.7 | Determinação da quantidade de alimentação | 71 |
| 4.2.8 | Definição das quantidades de biogás esperadas | 72 |
| 4.2.9 | Partida do biodigestor | 72 |
| 4.2.10 | Alimentação dos biodigestores e retirada do efluente | 72 |
| 4.2.11 | Monitoramento dos biodigestores | 73 |
| 4.3 | Avaliação dos resultados | 74 |
| 4.4 | Análise energético-ambiental e econômica | 74 |
| 4.4.1 | Análise energético-ambiental | 75 |
| 4.4.1.1 | Lenha | 76 |
| 4.4.1.2 | GLP | 76 |
| 4.4.1.3 | Biogás | 77 |
| 4.4.1.4 | Uso de combustíveis na cocção | 78 |
| 4.4.2 | Análise econômica | 79 |
| 4.4.2.1 | Lenha | 79 |
| 4.4.2.2 | GLP | 79 |
| 4.4.2.3 | Biogás | 79 |
| 4.4.2.4 | Uso de combustíveis na cocção | 80 |
| 5. | Resultados e discussão | 80 |
| 5.1 | Determinação teórica do volume de biogás produzido | 80 |
| 5.2 | Produção do biogás | 81 |
| 5.3 | Rendimento do biogás relacionado à matéria fresca adicionada | 82 |
| 5.3.1 | Rendimento do biogás relacionado à matéria secaadicionada | 84 |
| 5.3.2 | Rendimento do biogás relacionado aos compostos voláteis adicionados | 86 |
| 5.3.3 | Teor de metano | 88 |
| 5.4 | Avaliação energético-ambiental e econômica | 91 |
| 5.4.1 | Avaliação energética | 91 |
| 5.4.1.1 | Lenha | 92 |
| 5.4.1.2 | GLP | 92 |
| 5.4.1.3 | Biogás | 92 |
| 5.4.1.4 | Consumo de combustíveis na cocção de alimentos | 93 |
| 5.4.2 | Avaliação ambiental | 93 |
| 5.4.2.1 | Emissões causadas pela lenha | 93 |
| 5.4.2.2 | Emissões causadas pelo GLP | 94 |
| 5.4.2.3 | Emissões relacionadas à produção do biogás | 95 |
| 5.4.2.4 | Comparação dos três combustíveis | 96 |
| 5.4.3 | Avaliação econômica | 97 |
| 5.4.3.1 | Estimativa dos custos de secagem utilizando lenha | 97 |
| 5.4.3.2 | Estimativa dos custos de secagem utilizando GLP | 98 |
| 5.4.3.3 | Estimativas dos custos de secagem utilizando biogás | 99 |
| 5.4.3.4 | Efeitos da glicerina bruta | 100 |
| 5.4.3.5 | Comparação dos três combustíveis | 101 |
| 6. | Conclusões e perspectivas | 103 |
Índice:
| 1. | Introdução | 17 |
| 1.1 | Objetivos | 18 |
| 2. | Revisão de literatura | 18 |
| 2.1 | O „Pico de petróleo” | 18 |
| 2.2 | A mudança climática | 23 |
| 2.3 | A injustiça social e a degradação ambiental | 28 |
| 2.4 | A situação energética no Brasil | 30 |
| 2.5 | Biodiesel e a glicerina bruta | 32 |
| 2.6 | Usos alternativos da glicerina bruta - Compostagem | 37 |
| 2.7 | Biodigestão e produção de biogás | 40 |
| 3. | Fundamentos da biodigestão | 41 |
| 3.1.1 | Breve histórico do biogás | 44 |
| 3.1.2 | Evolução dos estudos em biodigestão | 47 |
| 3.1.2.1 | Condução de experimentos na biodigestão | 50 |
| 3.1.2.2 | Modelos de biodigestores para biodigestão de resíduos orgânicos | 52 |
| 3.1.3 | Parâmetros do monitoramento do processo dabiodigestão | 53 |
| 3.2 | Problemas relacionados à secagem do cacau | 54 |
| 3.3 | Combustíveis tradicionais | 58 |
| 3.3.1 | Lenha | 58 |
| 3.3.1.1 | Aspectos energéticos da lenha | 58 |
| 3.3.1.2 | Emissões causadas pela lenha | 59 |
| 3.3.1.3 | Aspectos econômicos da lenha | 60 |
| 3.3.2 | GLP | 61 |
| 3.3.3 | Biogás | 62 |
| 3.3.4 | Consumo de combustíveis na cocção de alimentos | 63 |
| 4. | Material e métodos | 64 |
| 4.1 | Delimitação da área e do objeto de estudo | 64 |
| 4.2 | Experimento da biodigestão | 65 |
| 4.2.1 | O biodigestor em escala de laboratório | 66 |
| 4.2.2 | Coleta e calibração do inóculo | 68 |
| 4.2.3 | Caracterização do estrume de gado | 69 |
| 4.2.4 | Tomada, preparação e análise das amostras | 69 |
| 4.2.5 | Análise físico-química do estrume de gado utilizado | 70 |
| 4.2.6 | Glicerina bruta | 70 |
| 4.2.7 | Determinação da quantidade de alimentação | 71 |
| 4.2.8 | Definição das quantidades de biogás esperadas | 72 |
| 4.2.9 | Partida do biodigestor | 72 |
| 4.2.10 | Alimentação dos biodigestores e retirada do efluente | 72 |
| 4.2.11 | Monitoramento dos biodigestores | 73 |
| 4.3 | Avaliação dos resultados | 74 |
| 4.4 | Análise energético-ambiental e econômica | 74 |
| 4.4.1 | Análise energético-ambiental | 75 |
| 4.4.1.1 | Lenha | 76 |
| 4.4.1.2 | GLP | 76 |
| 4.4.1.3 | Biogás | 77 |
| 4.4.1.4 | Uso de combustíveis na cocção | 78 |
| 4.4.2 | Análise econômica | 79 |
| 4.4.2.1 | Lenha | 79 |
| 4.4.2.2 | GLP | 79 |
| 4.4.2.3 | Biogás | 79 |
| 4.4.2.4 | Uso de combustíveis na cocção | 80 |
| 5. | Resultados e discussão | 80 |
| 5.1 | Determinação teórica do volume de biogás produzido | 80 |
| 5.2 | Produção do biogás | 81 |
| 5.3 | Rendimento do biogás relacionado à matéria fresca adicionada | 82 |
| 5.3.1 | Rendimento do biogás relacionado à matéria secaadicionada | 84 |
| 5.3.2 | Rendimento do biogás relacionado aos compostos voláteis adicionados | 86 |
| 5.3.3 | Teor de metano | 88 |
| 5.4 | Avaliação energético-ambiental e econômica | 91 |
| 5.4.1 | Avaliação energética | 91 |
| 5.4.1.1 | Lenha | 92 |
| 5.4.1.2 | GLP | 92 |
| 5.4.1.3 | Biogás | 92 |
| 5.4.1.4 | Consumo de combustíveis na cocção de alimentos | 93 |
| 5.4.2 | Avaliação ambiental | 93 |
| 5.4.2.1 | Emissões causadas pela lenha | 93 |
| 5.4.2.2 | Emissões causadas pelo GLP | 94 |
| 5.4.2.3 | Emissões relacionadas à produção do biogás | 95 |
| 5.4.2.4 | Comparação dos três combustíveis | 96 |
| 5.4.3 | Avaliação econômica | 97 |
| 5.4.3.1 | Estimativa dos custos de secagem utilizando lenha | 97 |
| 5.4.3.2 | Estimativa dos custos de secagem utilizando GLP | 98 |
| 5.4.3.3 | Estimativas dos custos de secagem utilizando biogás | 99 |
| 5.4.3.4 | Efeitos da glicerina bruta | 100 |
| 5.4.3.5 | Comparação dos três combustíveis | 101 |
| 6. | Conclusões e perspectivas | 103 |
Amostra do Texto:
Capítulo 2.4, A situação energética no Brasil:
Muitos países em desenvolvimento, como, por exemplo, o Brasil, dispõem de um grande potencial de produção de biomassa a partir de diferentes fontes. Neste caso, são fortes candidatos para o desenvolvimento de tecnologias na área de bioenergia, como os óleos vegetais e o seu derivado, o biodiesel. O potencial de difusão do uso da bioenergia nesses países no futuro dependerá da disponibilidade em escala comercial de tecnologias eficientes, modernas e de reduzido impacto ambiental, que possam garantir o atendimento da crescente demanda em energia de alta qualidade.
No Brasil, no início da década de 40, a biomassa era responsável por cerca de 83% da Oferta Interna de Energia (OIE), sendo 81% correspondente à lenha extraída de florestas naturais. Em 1970, ano inicial da atual base de dados do Balanço Energético Nacional, a biomassa já participava com 47% da OIE (42% de lenha e 5% de bagaço). Nas décadas seguintes a lenha foi sendo substituída por derivados de petróleo, principalmente pelo GLP no setor residencial e pelo gás natural e óleo combustível no setor industrial.
Como se pode ver no Gráfico 7, 35,4% da matriz energética nacional em 2005 era composta por fontes renováveis de energia, dos quais cerca de 30% eram derivados da biomassa, sendo 15,0% de lenha e 15,0% de produtos da cana (caldo de cana, melaço e bagaço). Com relação ao uso moderno da biomassa, o Brasil se destaca no aproveitamento dos produtos da cana-de-açúcar como: o bioetanol e o bagaço, atingindo cerca de metade de toda a energia obtida da biomassa. Por outro lado, apenas uma fração marginal de toda a bioenergia utilizada no Brasil provém de outros resíduos orgânicos, enquanto o potencial estimado somente para os resíduos da agricultura (fora cana-de-açúcar) atinge a cifra de 37,5 Mtoe (Million ton oil equivalent). O desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento desse potencial energético, dentro do contexto do Desenvolvimento Limpo (DL) e da Agenda 21, através do emprego de tecnologias modernas e eficientes, pode promover o desenvolvimento regional.
Neste contexto, cabe ressaltar que a utilização de biomassa no Brasil, com fins energéticos, pode contribuir de forma significativa na redução de emissões de GEE. Atualmente a taxa brasileira de 1,69 t CO2eq tep-1 já se encontra abaixo da média mundial de 2,36 t CO2eq tep-1, porém, através do Protocolo de Quioto, as reduções adicionais de emissão no país podem contribuir para a redução das emissões globais através do MDL. O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PROBIODIESEL) „é um programa interministerial do Governo Federal que objetiva a implementação de forma sustentável, tanto técnica, como economicamente, da produção e uso do biodiesel, com enfoque na inclusão social e no desenvolvimento regional, através da geração de emprego e renda”. Segundo a Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, biodiesel pode ser definido como um „biocombustível derivado de biomassa Renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”.
O biodiesel pode ser produzido a partir de uma ampla variedade de oleaginosas: dendê, babaçu, milho, girassol, soja, canola, colza, amendoim, mamona, óleos e gorduras residuais etc. Assim, cada região brasileira tem capacidade de produzir matéria-prima para a produção do biodiesel. Portanto, o programa pretende estabelecer, em todo o país, uma rede de plantas de produção de biodiesel, de grande, médio e pequeno porte. Em nível estadual, o programa correspondente, o Programa de Biodiesel da Bahia (PROBIODIESELBAHIA), pretende „tornar a Bahia um exportador de biodiesel aproveitando suas vantagens logísticas para distribuição de combustíveis”, priorizando, como matéria-prima, oleaginosas típicas da região, como: a mamona, o dendê e, no futuro, o pinhão manso. O cultivo dessas oleaginosas, produzido sob condições de agricultura familiar, deverá constituir-se em fonte de emprego e renda, especialmente nas regiões mais carentes. A Bahia é um dos estados da federação com condições edafo-climáticas mais diversificadas e favoráveis, apresenta capacidade científica, tecnológica elevada e vontade política expressa na forma de um Programa Estadual para a produção de biodiesel.
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Arbeit zitieren:
Robra, Sabine Mai 2007: Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos, Hamburg: Diplomica Verlag
Schlagworte:
Biogas, Biodiesel, Erneuerbare Energien, Biokraftstoff, Glycerin



