Bachelor + Master Publishing
811 Bachelorarbeiten, 533 Masterarbeiten, 10.103 Diplomarbeiten

Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos

Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos
Über dieses Buch
  • Art: MA-Thesis / Master
  • Autor: Sabine Robra
  • Abgabedatum: Mai 2007
  • Umfang: 116 Seiten
  • Dateigröße: 2,0 MB
  • Institution / Hochschule: Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC Brasilien
  • Bibliografie: ca. 147
  • ISBN (eBook): 978-3-8366-0380-5
  • ISBN (Paperback) :
    978-3-8366-0380-5 P
  • ISBN (CD) :978-3-8366-0380-5 CD
  • Sprache: Portugiesisch
  • Prämierung:
  • Arbeit zitieren: Robra, Sabine Mai 2007: Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos, Hamburg: Diplomica Verlag
  • Schlagworte: Biogas, Biodiesel, Erneuerbare Energien, Biokraftstoff, Glycerin

MA-Thesis / Master von Sabine Robra

Inhaltsverzeichnis:

Manual para efetuar a compra:

1. Cliquar no botão acima, ao lado direito: BESTELLEN, aí abre uma outra janela.

2. Aquí clique em „Bestellung für Unternehmen“ (pedido para uma empresa), caso você queira pedir em nome da sua empresa ou em „Bestellung für Privatpersonen“ para pedido particular, ou „Bestellung für Studierende“ para pedido para estudante. Vai abrir outra janela.

3. Aqui clique no botão „Preis eBook“ (preço eBook) Depois, ao lado da palavra „Versand“ (como enviar), tem de escolher a opção „Schweiz und übriges Ausland“ (Suiça e todos os outros paises).

No campo „Zahlweise“ (meio de pagamento), tem que escolher „per Kreditkarte“ (cartão de crédito).

No campo „Kontaktweg“ (indicar como você soube do trabalho) escolher „Presse“ (Publicação em revistas).

Marcar os dois campos ao lado das palavras „AGB“ (termos de negócio) e „Datenschutz“ (proteçao dos dados). Cliquar no botão „weiter“ (continuar), aí abre outra janela.

4. Agora tem que preencher alguns campos:

- Firma (empresa).

- Anrede - marcar „Herr“ ou „Frau“ (Sr ou Sra).

- Name (sobrenome).

- Vorname (nome).

- Straße (logadouro).

- PLZ/Ort (CEP, Cidade. Nota: o campo do CEP alemão só aceita 5 dígitos, aí você pode colocar o CEP brasileiro no campo ao lado, junto com o nome da cidade).

- Land (pais).

- Fon (telefone).

- Fax (fax).

- E-Mail-Adresse (endereço email).

Cliquar no botão „weiter“, aí abre outra janela, mostrando seus dados.

Depois pode clicar no botão „weiter zur Kreditkartenzahlung“ (continuar para o pagamento), pra efetuar o pagamento. Vai abrir outra janela:

5. ... com os campos:

- Kreditkartenart (Tipo de cartão) „bitte wählen“ (favor escolher) - Tipo de cartão (MasterCard/EUROCARD/VISA/American Express).

- Kreditkarteninhaber (proprietário do cartão).

- Kreditkartennummer (número do cartão).

- gültig bis / (valido até /).

- Kartenprüfzahl (os três últimos digitos no reverso do cartão (VISA e Mastercard).

No American Express, este número tem quatro dígitos e se encontra na margem direita, no centro do cartão.

Depois cliquar no „Bestellung absenden“ (enviar pedido). Em breve você vai receber uma notificação com um link para o download do trabalho.

Resumo:

O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel do Ministério da Ciência e Tecnologia traz a perspectiva de crescimento da oferta de glicerina gerada como coproduto no processo de produção do biodiesel, levantando questões sobre alternativas economicamente viáveis e ambientalmente corretas para a utilização desta substância.

Devido à sua composição rica em carbono de fácil degradação, a glicerina possui propriedades favoráveis à co-digestão anaeróbica em biodigestores, aproveitando resíduos orgânicos disponíveis regionalmente. A economia da região Sul da Bahia está baseada na agropecuária e no turismo, sendo que, os resíduos orgânicos gerados nestas atividades não têm sido aproveitados nem tratados adequadamente, provocando poluição e desperdício de materiais e energia. Por outro lado, muitos destes resíduos constituem-se em substratos apropriados para a biodigestão.

Neste trabalho foi projetado e construído um biodigestor em escala laboratorial. Estudou-se, em sistema contínuo o potencial de produção de biogás da glicerina bruta como co-substrato na biodigestão de estrume de gado, em proporções de 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta. O experimento foi conduzido durante 72 dias. O processo foi avaliado do ponto de vista ambiental e econômico tendo como base os parâmetros técnicos e econômicos do biodigestor da Fazenda Cascata, município de Aureliano Leal, BA, e os resultados comparados com a lenha e o gás liquefeito de petróleo (GLP), usados na secagem de cacau e o GLP na cocção de alimentos. Através da adição de glicerina bruta ao estrume de gado observou-se um aumento significativo nas quantidades de biogás produzidas por unidade de compostos voláteis adicionada.

Tendo com base a produção de biogás a partir do estrume de gado, a adição de glicerina bruta elevou a produção de biogás em 207%, 207% e 44% para 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta, respectivamente, bem como o teor de metano, em 9,5%, 14,3% e 14,6% para 5%, 10% e 15% m/m de glicerina bruta, respectivamente. O tratamento com a adição de 15% m/m de glicerina bruta foi interrompido antes do final do experimento devido à um colapso do processo.

A avaliação ambiental do biogás na secagem de cacau e na cocção de alimentos foi realizada tendo como base a emissão comparativa de gases estufa para os combustíveis lenha e GLP. A emissão específica foi de 2,3, e 65,7 kg CO2eq GJ-1, para a lenha e o GLP, respectivamente, enquanto para o biogás, emissões negativas entre -186,1 kg CO2eq GJ-1 e -252 kg CO2eq GJ-1 foram calculadas, devido às emissões de metano evitadas pelo tratamento adequado do estrume de gado através da biodigestão.

A avaliação econômica seguiu o mesmo procedimento de comparação adotado na análise ambiental. Neste caso, os custos por GJ dos combustíveis foram de R$ 6,20 para a lenha, R$ 60,30 para o GLP e R$ 34,70 para o biogás produzido a partir do estrume de gado. Com a adição da glicerina bruta no substrato, os custos do biogás caíram para R$ 7,60 e R$ 6,30 para o biogás com 5% e 10% m/m de glicerina bruta, respectivamente. Palavras-chave: Biodigestão, biodiesel, estrume de bovinos, metano, energia renovável.

Índice:

1. Introdução 17
1.1 Objetivos 18
2. Revisão de literatura 18
2.1 O „Pico de petróleo” 18
2.2 A mudança climática 23
2.3 A injustiça social e a degradação ambiental 28
2.4 A situação energética no Brasil 30
2.5 Biodiesel e a glicerina bruta 32
2.6 Usos alternativos da glicerina bruta - Compostagem 37
2.7 Biodigestão e produção de biogás 40
3. Fundamentos da biodigestão 41
3.1.1 Breve histórico do biogás 44
3.1.2 Evolução dos estudos em biodigestão 47
3.1.2.1 Condução de experimentos na biodigestão 50
3.1.2.2 Modelos de biodigestores para biodigestão de resíduos orgânicos 52
3.1.3 Parâmetros do monitoramento do processo dabiodigestão 53
3.2 Problemas relacionados à secagem do cacau 54
3.3 Combustíveis tradicionais 58
3.3.1 Lenha 58
3.3.1.1 Aspectos energéticos da lenha 58
3.3.1.2 Emissões causadas pela lenha 59
3.3.1.3 Aspectos econômicos da lenha 60
3.3.2 GLP 61
3.3.3 Biogás 62
3.3.4 Consumo de combustíveis na cocção de alimentos 63
4. Material e métodos 64
4.1 Delimitação da área e do objeto de estudo 64
4.2 Experimento da biodigestão 65
4.2.1 O biodigestor em escala de laboratório 66
4.2.2 Coleta e calibração do inóculo 68
4.2.3 Caracterização do estrume de gado 69
4.2.4 Tomada, preparação e análise das amostras 69
4.2.5 Análise físico-química do estrume de gado utilizado 70
4.2.6 Glicerina bruta 70
4.2.7 Determinação da quantidade de alimentação 71
4.2.8 Definição das quantidades de biogás esperadas 72
4.2.9 Partida do biodigestor 72
4.2.10 Alimentação dos biodigestores e retirada do efluente 72
4.2.11 Monitoramento dos biodigestores 73
4.3 Avaliação dos resultados 74
4.4 Análise energético-ambiental e econômica 74
4.4.1 Análise energético-ambiental 75
4.4.1.1 Lenha 76
4.4.1.2 GLP 76
4.4.1.3 Biogás 77
4.4.1.4 Uso de combustíveis na cocção 78
4.4.2 Análise econômica 79
4.4.2.1 Lenha 79
4.4.2.2 GLP 79
4.4.2.3 Biogás 79
4.4.2.4 Uso de combustíveis na cocção 80
5. Resultados e discussão 80
5.1 Determinação teórica do volume de biogás produzido 80
5.2 Produção do biogás 81
5.3 Rendimento do biogás relacionado à matéria fresca adicionada 82
5.3.1 Rendimento do biogás relacionado à matéria secaadicionada 84
5.3.2 Rendimento do biogás relacionado aos compostos voláteis adicionados 86
5.3.3 Teor de metano 88
5.4 Avaliação energético-ambiental e econômica 91
5.4.1 Avaliação energética 91
5.4.1.1 Lenha 92
5.4.1.2 GLP 92
5.4.1.3 Biogás 92
5.4.1.4 Consumo de combustíveis na cocção de alimentos 93
5.4.2 Avaliação ambiental 93
5.4.2.1 Emissões causadas pela lenha 93
5.4.2.2 Emissões causadas pelo GLP 94
5.4.2.3 Emissões relacionadas à produção do biogás 95
5.4.2.4 Comparação dos três combustíveis 96
5.4.3 Avaliação econômica 97
5.4.3.1 Estimativa dos custos de secagem utilizando lenha 97
5.4.3.2 Estimativa dos custos de secagem utilizando GLP 98
5.4.3.3 Estimativas dos custos de secagem utilizando biogás 99
5.4.3.4 Efeitos da glicerina bruta 100
5.4.3.5 Comparação dos três combustíveis 101
6. Conclusões e perspectivas 103

Índice:

1. Introdução 17
1.1 Objetivos 18
2. Revisão de literatura 18
2.1 O „Pico de petróleo” 18
2.2 A mudança climática 23
2.3 A injustiça social e a degradação ambiental 28
2.4 A situação energética no Brasil 30
2.5 Biodiesel e a glicerina bruta 32
2.6 Usos alternativos da glicerina bruta - Compostagem 37
2.7 Biodigestão e produção de biogás 40
3. Fundamentos da biodigestão 41
3.1.1 Breve histórico do biogás 44
3.1.2 Evolução dos estudos em biodigestão 47
3.1.2.1 Condução de experimentos na biodigestão 50
3.1.2.2 Modelos de biodigestores para biodigestão de resíduos orgânicos 52
3.1.3 Parâmetros do monitoramento do processo dabiodigestão 53
3.2 Problemas relacionados à secagem do cacau 54
3.3 Combustíveis tradicionais 58
3.3.1 Lenha 58
3.3.1.1 Aspectos energéticos da lenha 58
3.3.1.2 Emissões causadas pela lenha 59
3.3.1.3 Aspectos econômicos da lenha 60
3.3.2 GLP 61
3.3.3 Biogás 62
3.3.4 Consumo de combustíveis na cocção de alimentos 63
4. Material e métodos 64
4.1 Delimitação da área e do objeto de estudo 64
4.2 Experimento da biodigestão 65
4.2.1 O biodigestor em escala de laboratório 66
4.2.2 Coleta e calibração do inóculo 68
4.2.3 Caracterização do estrume de gado 69
4.2.4 Tomada, preparação e análise das amostras 69
4.2.5 Análise físico-química do estrume de gado utilizado 70
4.2.6 Glicerina bruta 70
4.2.7 Determinação da quantidade de alimentação 71
4.2.8 Definição das quantidades de biogás esperadas 72
4.2.9 Partida do biodigestor 72
4.2.10 Alimentação dos biodigestores e retirada do efluente 72
4.2.11 Monitoramento dos biodigestores 73
4.3 Avaliação dos resultados 74
4.4 Análise energético-ambiental e econômica 74
4.4.1 Análise energético-ambiental 75
4.4.1.1 Lenha 76
4.4.1.2 GLP 76
4.4.1.3 Biogás 77
4.4.1.4 Uso de combustíveis na cocção 78
4.4.2 Análise econômica 79
4.4.2.1 Lenha 79
4.4.2.2 GLP 79
4.4.2.3 Biogás 79
4.4.2.4 Uso de combustíveis na cocção 80
5. Resultados e discussão 80
5.1 Determinação teórica do volume de biogás produzido 80
5.2 Produção do biogás 81
5.3 Rendimento do biogás relacionado à matéria fresca adicionada 82
5.3.1 Rendimento do biogás relacionado à matéria secaadicionada 84
5.3.2 Rendimento do biogás relacionado aos compostos voláteis adicionados 86
5.3.3 Teor de metano 88
5.4 Avaliação energético-ambiental e econômica 91
5.4.1 Avaliação energética 91
5.4.1.1 Lenha 92
5.4.1.2 GLP 92
5.4.1.3 Biogás 92
5.4.1.4 Consumo de combustíveis na cocção de alimentos 93
5.4.2 Avaliação ambiental 93
5.4.2.1 Emissões causadas pela lenha 93
5.4.2.2 Emissões causadas pelo GLP 94
5.4.2.3 Emissões relacionadas à produção do biogás 95
5.4.2.4 Comparação dos três combustíveis 96
5.4.3 Avaliação econômica 97
5.4.3.1 Estimativa dos custos de secagem utilizando lenha 97
5.4.3.2 Estimativa dos custos de secagem utilizando GLP 98
5.4.3.3 Estimativas dos custos de secagem utilizando biogás 99
5.4.3.4 Efeitos da glicerina bruta 100
5.4.3.5 Comparação dos três combustíveis 101
6. Conclusões e perspectivas 103

Amostra do Texto:

Capítulo 2.4, A situação energética no Brasil:

Muitos países em desenvolvimento, como, por exemplo, o Brasil, dispõem de um grande potencial de produção de biomassa a partir de diferentes fontes. Neste caso, são fortes candidatos para o desenvolvimento de tecnologias na área de bioenergia, como os óleos vegetais e o seu derivado, o biodiesel. O potencial de difusão do uso da bioenergia nesses países no futuro dependerá da disponibilidade em escala comercial de tecnologias eficientes, modernas e de reduzido impacto ambiental, que possam garantir o atendimento da crescente demanda em energia de alta qualidade.

No Brasil, no início da década de 40, a biomassa era responsável por cerca de 83% da Oferta Interna de Energia (OIE), sendo 81% correspondente à lenha extraída de florestas naturais. Em 1970, ano inicial da atual base de dados do Balanço Energético Nacional, a biomassa já participava com 47% da OIE (42% de lenha e 5% de bagaço). Nas décadas seguintes a lenha foi sendo substituída por derivados de petróleo, principalmente pelo GLP no setor residencial e pelo gás natural e óleo combustível no setor industrial.

Como se pode ver no Gráfico 7, 35,4% da matriz energética nacional em 2005 era composta por fontes renováveis de energia, dos quais cerca de 30% eram derivados da biomassa, sendo 15,0% de lenha e 15,0% de produtos da cana (caldo de cana, melaço e bagaço). Com relação ao uso moderno da biomassa, o Brasil se destaca no aproveitamento dos produtos da cana-de-açúcar como: o bioetanol e o bagaço, atingindo cerca de metade de toda a energia obtida da biomassa. Por outro lado, apenas uma fração marginal de toda a bioenergia utilizada no Brasil provém de outros resíduos orgânicos, enquanto o potencial estimado somente para os resíduos da agricultura (fora cana-de-açúcar) atinge a cifra de 37,5 Mtoe (Million ton oil equivalent). O desenvolvimento de tecnologias para o aproveitamento desse potencial energético, dentro do contexto do Desenvolvimento Limpo (DL) e da Agenda 21, através do emprego de tecnologias modernas e eficientes, pode promover o desenvolvimento regional.

Neste contexto, cabe ressaltar que a utilização de biomassa no Brasil, com fins energéticos, pode contribuir de forma significativa na redução de emissões de GEE. Atualmente a taxa brasileira de 1,69 t CO2eq tep-1 já se encontra abaixo da média mundial de 2,36 t CO2eq tep-1, porém, através do Protocolo de Quioto, as reduções adicionais de emissão no país podem contribuir para a redução das emissões globais através do MDL. O Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PROBIODIESEL) „é um programa interministerial do Governo Federal que objetiva a implementação de forma sustentável, tanto técnica, como economicamente, da produção e uso do biodiesel, com enfoque na inclusão social e no desenvolvimento regional, através da geração de emprego e renda”. Segundo a Lei nº 11.097, de 13 de janeiro de 2005, biodiesel pode ser definido como um „biocombustível derivado de biomassa Renovável para uso em motores a combustão interna com ignição por compressão ou, conforme regulamento, para geração de outro tipo de energia, que possa substituir parcial ou totalmente combustíveis de origem fóssil”.

O biodiesel pode ser produzido a partir de uma ampla variedade de oleaginosas: dendê, babaçu, milho, girassol, soja, canola, colza, amendoim, mamona, óleos e gorduras residuais etc. Assim, cada região brasileira tem capacidade de produzir matéria-prima para a produção do biodiesel. Portanto, o programa pretende estabelecer, em todo o país, uma rede de plantas de produção de biodiesel, de grande, médio e pequeno porte. Em nível estadual, o programa correspondente, o Programa de Biodiesel da Bahia (PROBIODIESELBAHIA), pretende „tornar a Bahia um exportador de biodiesel aproveitando suas vantagens logísticas para distribuição de combustíveis”, priorizando, como matéria-prima, oleaginosas típicas da região, como: a mamona, o dendê e, no futuro, o pinhão manso. O cultivo dessas oleaginosas, produzido sob condições de agricultura familiar, deverá constituir-se em fonte de emprego e renda, especialmente nas regiões mais carentes. A Bahia é um dos estados da federação com condições edafo-climáticas mais diversificadas e favoráveis, apresenta capacidade científica, tecnológica elevada e vontade política expressa na forma de um Programa Estadual para a produção de biodiesel.

Arbeit zitieren:
Robra, Sabine Mai 2007: Uso da glicerina bruta em biodigestão anaeróbica: Aspectos tecnológicos, ambientais e ecológicos, Hamburg: Diplomica Verlag

Schlagworte:
Biogas, Biodiesel, Erneuerbare Energien, Biokraftstoff, Glycerin

diplom.de
Bachelor + Master Publishing

Hermannstal 119 k
22119 Hamburg

Fon: +49 (0) 40 655992-0
Fax: +49 (0) 40 655992-22

Service-Telefon

Rufen Sie uns an:
+49 (0) 40 655992-0

Mo-Fr
09.00-16.00 Uhr

diplom.de in den Medien

Folgen Sie uns bei Twitter & werden Sie diplom.de-Fan bei Facebook!
Schreibtipps unserer Lektoren, Neuigkeiten aus dem Verlagsalltag und das Expertenwissen unserer Autoren als Tweet & Post!
Wir freuen uns auf Sie!

diplom.de BACHELOR + MASTER PUBLISHING

Bachelorarbeiten, Masterarbeiten, Diplomarbeiten, Magisterarbeiten, Dissertationen und andere Abschlussarbeiten aus allen Fachbereichen und Hochschulen können Sie bei uns als eBook sofort per Download beziehen oder sich auf CD oder als Buch zusenden lassen. Seit mehr als 15 Jahren ist diplom.de der seriöse, professionelle und erfolgreiche Partner für die Veröffentlichung wissenschaftlicher Abschlussarbeiten.

© Diplomica Verlag GmbH 1996-2011, AG Hamburg HRB 80293 - GF Björn Bedey, USt-IdNr.: DE214910002 - Verkehrsnummer: 12285 - Impressum
Index der Arbeiten - Index der Autoren